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QUER AUMENTAR A EMPREGABILIDADE? QUE TAL UMA SEGUNDA GRADUAÇÃO?

Postado por Willian Almeida on 20-02-2018 14:28

O ingresso democratizado ao ensino superior torna a competição no mercado de trabalho mais acirrada. Este cenário exige do profissional uso da criatividade e diferentes formas de especialização na hora de obter destaque e melhorar a empregabilidade.

Muitos consideram fortemente a possibilidade de cursar uma segunda graduação, seja porque não houve identificação ou entrada no mercado com o primeiro curso, ou mesmo para aprofundar a própria formação e conquistar melhores posições nas empresas.

Um exemplo de aperfeiçoamento profissional via segunda graduação é alguém com formação em Pedagogia que opta por uma Licenciatura para seguir com aulas no Ensino Médio. Ou um administrador de empresas que opta por um curso de Contabilidade para conseguir atuação em algum setor específico. Há muitas vantagens ao cursar a segunda graduação. Confira algumas delas!

Mais maturidade

Entre as vantagens da segunda graduação, está a maturidade para aproveitar melhor o segundo curso. A graduação em si é responsável por contribuir com o crescimento pessoal do acadêmico, até porque a média de idade na primeira graduação costuma ser entre 17 e 20 anos.

Após passar por todo esse processo, é compreensível que você ingresse no segundo curso com uma visão mais ampla do mercado de trabalho e de conhecimentos que pretende adquirir, focando nas competências necessárias para melhorar a empregabilidade.

melhorar a empregabilidade

Mais funções

A versatilidade é quesito eliminatório em entrevistas de emprego e mesmo no momento da contratação do profissional. Quanto mais habilidades e funções o profissional consiga dispor, melhor a sua empregabilidade.

Se a intenção é crescer na carreira, essa ascensão também passa pelo interesse do profissional em buscar mais conhecimentos e habilidades. Este é um ponto muito valorizado atualmente no mercado de trabalho.

Integração de áreas

A melhoria da empregabilidade, atualmente, tem muito a ver com a capacidade do profissional em atuar em diversos nichos de mercado e funções distintas. Um gestor de recursos humanos não pode simplesmente alegar que desconhece cálculos financeiros e um contador não pode isolar-se em sua função dizendo que gestão de pessoas “não é a sua”.

As áreas de conhecimento são integradas, uma afeta a outra. O médico precisa ter sensibilidade para lidar com pacientes e familiares, por exemplo, o que exige o desenvolvimento de competências sociais e comunicativas.

Neste sentido, a segunda graduação vem para integrar os conhecimentos e trazer uma nova visão para o profissional em relação à sua prática.

Como escolher minha segunda graduação?

Faça uma análise profunda do seu momento profissional. Pergunte-se o lugar que você quer chegar em sua carreira a médio e longo prazo. Combine, a essa pergunta, as possibilidades que o seu local de trabalho ou até que o mercado em geral oferece.

As competências exigidas podem variar muito, inclusive os próprios cursos de graduação estão se reinventando de acordo com os novos cenários proporcionados pelas novas tecnologias. Um administrador pode buscar um posicionamento completamente novo ao fazer uma graduação tecnológica em Marketing Digital, por exemplo.

Se você não se identificou com o primeiro curso concluído, levante os motivos pelos quais o resultado não foi satisfatório. Mercado saturado? Habilidades que não condizem com as suas aptidões? Liste os pontos negativos com detalhes e, em seguida, pergunte-se o que de fato quer.

Faça uma relação das competências que você deseja agregar e, baseado nisso, pesquise quais cursos oferecem o que está procurando. Selecione a melhor opção considerando, também o orçamento e o tempo disponíveis para estudar.

Willian Almeida

Escrito por Willian Almeida

Topics: Semipresencial