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Com a descoberta de petróleo na camada pré-sal em seu litoral, o Brasil ganhou uma posição estratégica na indústria do petróleo e da energia. Em 2016, o país alcançou a marca de 1 milhão de barris extraídos por dia, um crescimento de 24 vezes em relação à extração diária registrada em 2010.

O petróleo encontrado no pré-sal brasileiro é de boa qualidade e tem alto valor comercial. Dessa forma, cresceu a demanda por mão de obra especializada, com destaque para os profissionais de Engenharia de Petróleo.

Como é o curso de graduação em Engenharia de Petróleo

Na graduação em Engenharia de Petróleo são estudadas as matérias básicas das engenharias: cálculo, estatística, geometria e desenho técnico, por exemplo. Além disso, o aluno tem matérias específicas, relacionadas às técnicas de prospecção, exploração e refino do petróleo e aos sistemas utilizados nas petrolíferas.


Na infraestrutura do curso, constam laboratórios de física, de química, de geologia e de riscos ambientais. Além disso, há laboratórios de informática equipados para as necessidades das aulas de Linguagem de Programação e  Desenho Técnico. Os laboratórios são importantes para que o profissional tenha uma formação mais sólida, que inclui experiências práticas.


Os conhecimentos adquiridos estão nas áreas de engenharia, geologia, geofísica e mineração. O objetivo do curso é que os alunos tornem-se capazes de atuar desenvolvendo novas tecnologias, resolvendo problemas e melhorando os processos presentes na indústria do petróleo e do gás natural.

Atuação profissional

As empregadoras do engenheiro de petróleo são as petrolíferas, refinarias, indústrias petroquímicas e plataformas de exploração. Esse profissional é responsável por elaborar estratégias que permitam explorar os recursos naturais minimizando os danos ao meio ambiente.

O egresso do curso de Engenharia de Petróleo deve decidir como será feita a perfuração dos poços sem desperdiçar material e com o menor risco ambiental possível. Ele também deve pensar em planos para descobrir novos depósitos de petróleo e de gás natural, desenvolver equipamentos de acordo com a necessidade da indústria e cuidar do transporte do petróleo e de seus derivados.

Dessa forma, sua atuação profissional é ampla. Ele trabalha com logística, projeta máquinas, avalia riscos ambientais, analisa a capacidade de produção de novos reservatórios e decide como será o processo de exploração.

Sempre há também a possibilidade de trabalhar com consultoria ou se especializar para lecionar na área.

Mercado de Trabalho

A indústria do petróleo movimenta bilhões de reais anualmente no Brasil. Com a descoberta do pré-sal, o mercado ficará aquecido durante vários anos. Toda a cadeia de exploração, produção e comercialização de produtos derivados de petróleo e gás natural tem boas perspectivas.

Desde a descoberta do pré-sal, foram realizados grandes investimentos na estruturação e melhoria de pólos petroquímicos e refinarias de petróleo. Com a crise econômica atual, profissionais da área estão atuando principalmente na criação de diagnósticos e elaboração de novas estratégias de negócios para as empresas do setor.

Também estão em construção os terminais de transferência de Gás Natural, que conta com dutos terrestres e marítimos. Com estes investimentos, a produção do gás natural deve crescer em 55% nos próximos 10 anos.

Os salários iniciais para um Engenheiro de Petróleo estão em torno de R$ 4300. Na Universidade Tiradentes, o estudante conta com uma rede de empresas conveniadas, que facilitam a entrada no mercado de trabalho por meio de estágios.

Ficou interessado em cursar a graduação em Engenharia de Petróleo? Saiba mais sobre o curso baixando este e-book!

 

Vestibular 2018.1

Tópicos: universidade

Cleiton Miranda

Escrito por Cleiton Miranda

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